| VII Conferência Municipal de Assistência Social é avaliada positivamente | |||
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Notícia Postada em 01/09/2011 as 12:06:50 hs por: Secom – PMVC
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Enquanto as últimas propostas eram aprovadas, o presidente do Conselho Municipal de Assistência Social, Luiz Fernando Pereira, já avaliou como positiva a realização da conferência. “Acredito que tenha sido muito positiva porque estamos discutindo a assistência social A secretária de Desenvolvimento Social e assistente social, Nádia Márcia, ressaltou o papel fundamental que a conferência tem nas discussões em torno da assistência social, avaliando positivamente o evento. “Foi muito contributiva para as pessoas entenderem o que é o Sistema Único de Assistência Social e agora entendem que é uma política que está estabelecida e que não tem mais retrocesso. De fato, o SUAS está se consolidando, o que é muito positivo”. O prefeito Guilherme Menezes também esteve na conferência e Para a assistente social do Núcleo de Defesa da Criança e do Adolescente da Uesb, Carmelucia de Souza, a conferência possibilita discussões que são fundamentais no processo de construção de uma rede de assistência social cada vez mais qualificada e melhor para usuários e profissionais. Confira abaixo a avaliação dos participantes:
Solange Sá Teles, assistente social da cidade de Boquira: “vi no site que iria acontecer esta conferência e aproveitei para ficar e observar mais. É sempre interessante conhecer os projetos de outra cidade para avaliar, comparar e melhorar no que for possível”. Marco Luciano, representando a Fundação Conquistense Edvanda Maria Maria Conceição Barros, diretora da Fundação Edvanda Maria Teixeira: “este evento é muito importante porque é para aqui que a gente traz as discussões. Joana Sheron, assistente social: “importante até para a sociedade civil, os serviços da rede socioassistencial, os profissionais da área, para a gente estar também formando um ciclo de discussão para que melhorias Mirela Oliveira, estudante de Serviço Social: “este evento está realmente sendo positivo porque tem propostas excelentes. Discutir políticas públicas é democracia, e a gente está aqui para isso”. Tálita Lessa, vice-presidente da Associação Jesus de Nazaré: “foi muito proveitoso . É a primeira vez que a gente tem a participação de surdos na conferência de assistência social”. Zifa, delegado da conferência, representando a região de Veredinha, Abelhas,
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VII Conferência Municipal de Assistência Social é avaliada positivamente |
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Notícia Postada em 01/09/2011 as 12:06:50 hs |
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Enquanto as últimas propostas eram aprovadas, o presidente do Conselho Municipal de Assistência Social, Luiz Fernando Pereira, já avaliou como positiva a realização da conferência. “Acredito que tenha sido muito positiva porque estamos discutindo a assistência social A secretária de Desenvolvimento Social e assistente social, Nádia Márcia, ressaltou o papel fundamental que a conferência tem nas discussões em torno da assistência social, avaliando positivamente o evento. “Foi muito contributiva para as pessoas entenderem o que é o Sistema Único de Assistência Social e agora entendem que é uma política que está estabelecida e que não tem mais retrocesso. De fato, o SUAS está se consolidando, o que é muito positivo”. O prefeito Guilherme Menezes também esteve na conferência e Para a assistente social do Núcleo de Defesa da Criança e do Adolescente da Uesb, Carmelucia de Souza, a conferência possibilita discussões que são fundamentais no processo de construção de uma rede de assistência social cada vez mais qualificada e melhor para usuários e profissionais. Confira abaixo a avaliação dos participantes:
Solange Sá Teles, assistente social da cidade de Boquira: “vi no site que iriaacontecer esta conferência e aproveitei para ficar e observar mais. É sempreinteressante conhecer os projetos de outra cidade para avaliar, comparar e melhorar no que for possível”. Marco Luciano, representando a Fundação Conquistense Edvanda Maria Maria Conceição Barros, diretora da Fundação Edvanda Maria Teixeira: “este evento é muito importante porque é para aqui que a gente traz as discussões. Joana Sheron, assistente social: “importante até para a sociedade civil, os serviços da rede socioassistencial, os profissionais da área, para a gente estar também formando um ciclo de discussão para que melhorias Mirela Oliveira, estudante de Serviço Social: “este evento está realmente sendo positivo porque tem propostas excelentes. Discutir políticas públicas é democracia, e a gente está aqui para isso”. Tálita Lessa, vice-presidente da Associação Jesus de Nazaré: “foi muito proveitoso . É a primeira vez que a gente tem a participação de surdos na conferência de assistência social”. Zifa, delegado da conferência, representando a região de Veredinha, Abelhas,
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PBF – Vitória da Conquista/BA – Interior
Telefone:77 3422-8176



O primeiro palestrante, Pat Mooney, diretor-executivo do ETC , iniciou sua fala afirmando que o desejo por trás de tal retórica é, principalmente, dois: centralizar a tomada de decisões sobre a mudança climática e vender tecnologias “verdes” para solucionar os problemas. “Eles dizem: é verde! É bom! Mas o que eles propõem não é verde”. Segundo ele, entre tais “soluções” tecnológicas, despontam três tipos: a nanotecnologia, a biologia sintética e a geoengenharia. A nanotecnologia, que tem como princípio básico a construção de materiais a partir dos átomos, recebeu, no ano passado, de acordo com Mooney, 15 bilhões de dólares em recursos de governos e empresas. “Propõe-se reciclar e reduzir nossos dejetos enquanto aumenta-se o nível de renda e consumo”.
Já Naomi Klein, escritora e ativista canadense, deu início a sua exposição com um alerta: “a privatização da Terra não é ficção científica. Está acontecendo”. Segundo ela, depois do fracasso da Cúpula do Clima de Copenhague, realizada em dezembro de 2009, tal processo se acelerou, e o “plano B” foi posto em prática. Naomi lembrou que durante a ECO-92, realizada no Rio de Janeiro, o então presidente estadunidense George Bush (1989-1993), presente no evento, deu uma entrevista na qual afirmou que seu país queria se envolver nas discussões, mas que gostaria de deixar algo claro: o modo de vida estadunidense não estava em negociação. “Nestes últimos 20 anos, não apenas esse modo de vida não se alterou, como houve sua globalização”.
O último a falar foi o ativista do Mali, Mamadou Goïta, diretor-executivo da organização IRPAD África (Instituto de Pesquisa e Promoção de Alternativas em Desenvolvimento). Na sua fala, ele priorizou a discussão sobre a África no contexto da mudança climática e das novas tecnologias que são vendidas como soluções. “A África tem muito o que ensinar ao mundo em relação ao enfrentamento dessa situação”, disse. Ele explicou que em todo o continente existem exemplos de novas técnicas e instrumentos utilizados pelos agricultores para lidar com os efeitos da alteração do clima, como novos materiais e a produção de novas espécies de sementes. “O ponto-chave é a diversidade. Produzimos sementes para ser compartilhada: não é o lucro sendo maximizado, mas os riscos sendo minimizados”, afirmou.
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